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Um dos centros mais importantes de pesquisa da América Latina e a maior organização de pesquisa aplicada na Europa, o Centro de Projetos Fraunhofer para Manufatura Avançada no ITA (FPC@ITA) abriu suas portas oficialmente, em São José dos Campos, interior de São Paulo.

A iniciativa é fruto da cooperação entre o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Instituto Fraunhofer de Sistemas de Produção e Tecnologia de Design (IPK), com sede em Berlim, na Alemanha. A meta do FPC@ITA é se tornar uma referência no país em pesquisa, desenvolvimento e soluções inovadoras, beneficiando-se da produção científica da Fraunhofer IPK e do ITA.

“O foco é inovação na indústria. O centro foi criado para dar assistência a quem quer desenvolver projetos, para atender demanda de empresas nacionais, alemãs e europeias, ou multinacionais. Também queremos conectar a indústria no Brasil com a da Alemanha por meio de projetos transnacionais”, detalha David Carlos Domingos, diretor de operações FCP@ITA.

A missão do novo centro é promover a competitividade da indústria no Brasil, na Alemanha e na Europa por meio da pesquisa aplicada e transferência de tecnologia. O FCP@ITA oferece consultoria para a indústria brasileira que busca desenvolver projetos inovadores, garante expertise, apoio científico e acesso internacional a tecnologias.

As instalações no ITA contam com robôs, sistemas de automação industrial, softwares para testes virtuais, bancadas para testes de engrenagens, entre outros. É a segunda sede do centro – a primeira está em Berlim. Toda a infraestrutura do IPK na capital alemã também estará à disposição dos parceiros comerciais, ressaltou Domingos.

Parceiros estratégicos – Durante a cerimônia de inauguração, o reitor do ITA, Anderson Correia, saudou a iniciativa. “Esse é o caso de um projeto de tecnologia que levará ao desenvolvimento, e que já nasce com uma aplicação na indústria”, comentou sobre o FPC@ITA. “É uma oportunidade importante para as empresas se atualizarem e acessarem mercados internacionais”, afirmou.
Na avaliação de Jens Gust, vice-consul alemão, o Brasil já é um país de alta tecnologia em diversos setores e tem ainda grande potencial. “O Brasil tem boas universidades e centros de pesquisa que têm procurado, cada vez mais, intercâmbio com países de alta tecnologia”, afirmou Gust, citando o Centro Alemão de Ciência e Inovação (DWIH-SP) como referência central de cooperação entre Brasil e Alemanha.

Fonte: ITA/DCTA

Edição: DCTA

Publicado em: 13/03/2018

No dia 21 de fevereiro de 2018, o National Airworthiness Council (NAC), órgão do governo norte-americano que reúne as autoridades técnicas da US Air Force, US ARMY e US NAVY, emitiu o Certificado de Reconhecimento de Autoridade de Aeronavegabilidade Militar ao Instituto de Fomento e Coordenação Industrial, nas áreas de inspeção, certificação, produção e aeronavegabilidade continuada das aeronaves militares sob sua competência.

Uma conquista importante, fruto do trabalho desenvolvido pelo IFI junto às autoridades técnicas norte-americanas desde 2015. As atividades incluíram análise de documentações técnico-administrativas e visitas técnicas nos dois países. No primeiro encontro, que aconteceu 2016 em território americano, uma equipe precursora reduzida realizou reuniões com os integrantes do NAC com vistas a iniciar o procedimento para o Reconhecimento Mútuo. No ano seguinte, foi à vez do NAC visitar as instalações do IFI, em São José dos Campos/SP. Na oportunidade, um grupo técnico altamente qualificado, verificou que o IFI, complementado pelas atividades de Aeronavegabilidade Continuada sob responsabilidade da DIRMAB, possui processos, procedimentos, expertise, capacidade e autoridade necessária para ser reconhecido como Military Airworthiness Authority (MAA).

Para o Coronel José Renato de Araújo Costa, diretor do IFI, esse reconhecimento facilitará o intercâmbio de informações relativas aos produtos mutuamente operados, contribuindo para a garantia do desempenho, da segurança e da disponibilidade de nossas aeronaves. Além disso, a importância desse feito se estende não apenas ao Comando da Aeronáutica, mas também a toda a indústria aeroespacial e de defesa, uma vez que os certificados emitidos pelo Instituto podem ser reconhecidos pelo NAC de modo mais célere, beneficiando a indústria nacional desses setores em eventuais aquisições e operações de produtos nacionais pelo mercado norte-americano.

Dada a dimensão e o nível de tecnologia destes setores em território americano, o reconhecimento ratifica de forma inequívoca o nível de competência brasileiro em todas as fases do ciclo de vida de produtos aeroespaciais e de defesa, reforçando o Brasil como uns dos principais players do setor aeronáutico mundial. Ainda este ano um corpo técnico do IFI deve ir aos EUA para analisar a estrutura, as documentações e a forma de trabalho do NAC, o que deve consolidar o reconhecimento mútuo entre os dois países, culminando com a emissão de um Certificado análogo por parte do DCTA/IFI.

O IFI, criado em 1971 e subordinado ao DCTA em São José dos Campos - SP, presta serviços nas áreas de Certificação, Normalização, Metrologia, Propriedade Intelectual, Transferência de Tecnologia e Coordenação Industrial. A organização também é reconhecida pelo CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação) do INMETRO, signatária do Acordo de Reconhecimento Multilateral do IAF (International Accreditation Forum), como organismo de certificação de sistemas de gestão da qualidade no escopo de atuação aeroespacial. O Instituto vem se destacando por diversas ações, entre elas, o processo de certificação da aeronave KC-390 em conjunto com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), sendo o IFI a Autoridade de Aeronavegabilidade Primária para a frota mundial de aeronaves militares KC-390.

Fonte: IFI/DCTA
Publicado em: 27/02/2018

“Não há caminho fácil da terra às estrelas”. Essas são as palavras do filósofo Sêneca que Daniel Schwalbe Koda, de 24 anos, tem sempre em mente para vencer os desafios e que lhe inspiraram para atingir a maior média geral (9,78) no curso do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), desde a formação da primeira turma há 68 anos. Na mesma instituição, concomitantemente com a graduação, ele concluiu o Mestrado em Física com nota ainda maior (10,0).

Daniel nasceu em Curitiba (PR), descendente de imigrantes alemães e japoneses que chegaram ao Brasil na década de 30 do século passado em busca de melhores condições de vida. Desde criança, sempre gostou de estudar, era curioso e persistente.

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