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Na última semana de agosto, a Seção de Subsistência (Rancho) do Grupamento de Apoio de São José dos Campos realizou a 3ª Semana de Nutrição. Em parceria com a Divisão de Saúde, foi realizada uma campanha nos refeitórios dos Praças, Graduados, Alunos e Oficiais, durante o horário de almoço.

A equipe de Nutrição montou uma exposição de alimentos industrializados ultraprocessados com as suas respectivas quantidades de sódio e açúcar, e realizaram orientação nutricional. Os profissionais de enfermagem da DS realizaram a aferição de glicemia e pressão arterial, além de avaliação antropométrica.

Os avaliados receberam um folheto com os resultados das avaliações. O objetivo deste trabalho foi identificar casos de síndrome metabólica, diabetes e hipertensão arterial, para que diagnósticos precoces possam ser tratados efetivamente.

Como parte das comemorações da Semana de Nutrição, no dia 30, foi realizado um almoço no H13, que reuniu cerca de 40 nutricionistas que atuam na região do Vale do Paraíba. O Chefe do GAP-SJ Coronel Intendente Marcelo Antenuzzi de Almeida recepcionou as convidadas e ressaltou a importância da atuação do profissional de nutrição nos serviços de alimentação e da complexidade da gestão da Seção de Subsistência.

Publicado em: 13/09/2017

Fonte: GAP-SJ/DCTA

Com o objetivo de atualizar os gráficos de desempenho em subida da aeronave C-95 na configuração de decolagem e aprimorar seu manual de voo, o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) ativou a Operação Bandeirante.

Sob a coordenação geral do Major Aviador Clóvis Martins de Souza, a Operação que foi dividida em três fases iniciadas em fevereiro deste ano, com voos nas áreas de ensaio de São José dos Campos e no litoral sudeste, contou com o apoio de aeronave cedida pelo 1º/ 5º GAv, Natal, e na fase final com uma aeronave do 1º ETA de Belém.

“Essa campanha cobrirá uma lacuna aberta há muitos anos na operação do C-95. O manual do Bandeirante não deixa claro quais são as velocidades de melhor subida na configuração de decolagem, e não possui um gráfico de gradiente de subida nessa condição. Ao conseguir tais dados, certamente teremos um incremento da segurança na operação da aeronave”, afirma o Major.

A fase final foi iniciada em Agosto com previsão de término até a primeira quinzena de Setembro com voos sendo realizados diariamente. Assim que forem finalizados, será gerado o Relatório de Ensaio com todos os dados obtidos, que serão encaminhados ao Comando de Preparo (COMPREP) para análise e as providências que julgar cabíveis, visando à melhora da operação, que impactará em toda frota de C-95 da Força Aérea Brasileira (FAB).

Entenda a Operação Bandeirante

Em 31 de março de 2016, o 1º/5º GAv, sediado em Natal, emitiu um Relatório versando sobre a modernização das aeronaves C-95, no qual questionava as configurações de decolagem autorizadas pelo fabricante devido à ausência de algumas cartas de desempenho nos Manuais de Voo da aeronave.

Em resposta a este relatório, o Instituto de Pesquisa e Ensaio em Voo (IPEV) emitiu um Parecer Técnico, no qual recomendava a execução de ensaios em voo para a determinação do desempenho em subida da aeronave C-95, nos modelos C-95AM e C-95BM, para determinadas configurações da aeronave e em condição bimotor e monomotor, bem como liberação da configuração de decolagem não prevista no manual de voo.

Diante dos esclarecimentos descritos no referido Parecer Técnico, o então Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR) – atual COMPREP - solicitou ao DCTA a execução de uma Campanha de Ensaios com a aeronave C-95, com objetivo de determinar tais dados de desempenho da aeronave.
    
Um marco na história da aviação Brasileira

O primeiro avião brasileiro, o YC-95 Bandeirante é um dos mais marcantes para a história da aeronáutica brasileira. O primeiro voo aconteceu no dia 28 de outubro de 1968 após 110 mil horas de trabalho que contou com cerca de 300 pessoas ao longo de três anos e quatro meses. No ano seguinte, a Embraer seria criada para fabricar a aeronave em série.

O primeiro cliente seria a Força Aérea Brasileira (FAB) com a aquisição de 80 unidades. Nos anos seguintes, a Força Aérea do Uruguai tornou-se o primeiro cliente no exterior. A Embraer produziria um total de 498 unidades, em 16 versões diferentes. Foi o começo do sucesso da indústria aeroespacial brasileira.

Publicado em: 31/08/2017

Fonte: Ten Larissa/DCTA - Fotos: Sgt Wandeclayt

 

Cerca de 15 mil pessoas prestigiaram o tradicional “Portões Abertos do DCTA”, realizado no sábado (19/08), nas dependências do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial. O evento contou com diversas atrações ao longo do dia, dentre exposições estáticas de aeronaves com destaque para o KC 390, o maior avião produzido pela Força Aérea, além de projetos desenvolvidos pelos institutos do DCTA,   apresentações com artistas locais, encenações históricas e a participação da Esquadrilha da Fumaça.

Devido às condições meteorológicas desfavoráveis para o vôo, a apresentação da Esquadrilha não pode ser realizada. Mas nem mesmo o mau tempo desanimou o público que compareceu em peso para assistir as passagens das sete aeronaves da Fumaça.

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O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) firmaram nesta terça-feira (15/08) com a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) acordo de cooperação acadêmica e técnica visando a implantação do curso de graduação em Engenharia Aeroespacial na instituição de ensino superior maranhense. A assinatura do acordo ocorreu no CLA e contou com a presença dos Deputados Federais José Reinaldo e Waldir Maranhão, representantes da bancada maranhense na Câmara dos Deputados, do Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos Augusto Amaral Oliveira, Diretor-Geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), dos dirigentes das três instituições envolvidas no acordo, além de integrantes do governo e  legislativo estadual maranhense.

O instrumento celebrado entre as três Instituições de Ciência e Tecnologia (ICT) estabelece contrapartidas e responsabilidades de cada um dos envolvidos e prevê o apoio acadêmico e técnico do ITA como explica o professor Anderson Correia, Reitor da instituição de ensino superior do Comando da Aeronáutica (COMAER) subordinada ao DCTA. “Os técnicos do CLA ajudarão a propiciar um caráter profissional e os professores do ITA irão participar periodicamente do curso presencialmente ou à distância, além de recebermos alunos em São José dos Campos para períodos de estágios.”

Para o Diretor do CLA, Coronel Luciano Valentim Rechiuti, a futura implantação do curso no Maranhão envolverá uma sinergia de experiências em prol do desenvolvimento do setor aeroespacial no país. “O nosso principal objetivo é conseguir unir os conhecimentos que existem agregados nas três instituições, ou seja, utilizar toda experiência acadêmica do ITA e o conhecimento agregado na área espacial, o conhecimento operacional que existe no CLA para que tudo isso possa ser utilizado pela UFMA, de forma que possamos dinamizar esse curso, para que ele possa ser um curso diferenciado, e que traga resultados não só para a UFMA, mas também para o CLA, para o Maranhão e para o Brasil como um todo.”

No evento de assinatura do acordo, o Diretor-Geral do DCTA, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos Augusto Amaral Oliveira relembrou o momento de criação do ITA e do DCTA ainda na década de 50 como um exemplo a ser seguido pelo estado do Maranhão como indutor para polo científico-tecnológico ligado aos setor aeroespacial, como o que existe atualmente em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Os Deputados Federais José Reinaldo (PSB-MA) e Waldir Maranhão (PP-MA) destacaram a importância do acordo para o desenvolvimento do estado do Maranhão e do país em uma área estratégica e que carece e demanda por profissionais altamente qualificados, além da articulação de toda bancada maranhense na Câmara dos Deputados para garantir os recursos. Por meio de emenda parlamentar proposta pela bancada do Maranhão devem ser disponibilizados inicialmente 60 milhões de reais em um primeiro momento  visando a implantação do curso de graduação em Engenharia Aeroespacial na UFMA. O acordo entre ITA, CLA e UFMA entrará em vigor a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU) e terá prazo de vigência pelos próximo cinco anos.
 
Engenharia Aeroespacial na UFMA

A expectativa da UFMA é oferecer o curso de graduação em Engenharia Aeroespacial aos alunos interessados a partir do vestibular deste ano de 2017.  “O aluno vai fazer vestibular para o Bacharelado Interdisciplinar de Ciência e Tecnologia e ao final de três anos ele faz a opção entre as engenharias que a universidade oferece. Nós teremos agora a engenharia específica na área aeroespacial, então o aluno já vai participar desse processo fazendo sua inscrição no ENEM agora para o primeiro semestre de 2018”, explica a professora Nair Portela, Reitora da UFMA. Por meio da graduação em Engenharia Aeroespacial espera-se fomentar a formação de recursos humanos de alta qualidade para o setor aeroespacial, disponibilizando a infraestrutura necessária e oferecendo a possibilidade de participação em pesquisas e serviços de lançamentos, rastreio de veículos espaciais e de coleta e processamento de dados de cargas úteis. O curso será o único do Brasil na área com ênfase em centros de lançamentos, somente proporcionado por meio da interação entre a universidade e a organização militar da Força Aérea Brasileira (FAB) situada em Alcântara, responsável pelo lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais.

Publicado em: 22/08/2017

Fonte:  CLA/ DCTA

Foi assinado, nessa quarta-feira (09/08), um convênio entre o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e a Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (FUNCATE) que prevê a captação de recursos de royalties do caça A-29 para área de ciência e tecnologia, conforme a Lei nº 13.243/16. O acordo representa um marco inédito na gestão de ciência, tecnologia e inovação na FAB, pois, pela primeira vez, será prevista a captação de recursos de uma aeronave militar brasileira para esse fim.

Conhecido como marco legal de inovação, a Lei 13.243/16 prevê a captação, gestão e aplicação das receitas próprias das Instituições de Ciência e Tecnologia (ICT) públicas que poderão ser delegadas à fundação de apoio, quando previsto em contrato ou convênio. Nesse caso, o investimento deve ser aplicado exclusivamente em objetivos institucionais de pesquisa, desenvolvimento e inovação, incluindo a carteira de projetos institucionais e a gestão da política de inovação.

Segundo o Vice-Diretor do DCTA, Major-Brigadeiro Engenheiro Fernando Cesar Pereira Santos, esse convênio “estabelece um passo importante para novos projetos junto à iniciativa privada”.

Nesta mesma ocasião, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) também assinou um convênio que tratará do primeiro projeto de aplicação dos recursos captados no novo modelo: o Projeto de Modernização do Ensino de Engenharia no ITA. Segundo o Reitor do Instituto, Professor Anderson Ribeiro Correia, “essa iniciativa pode colaborar nas melhorias de mecanismos de gestão das universidades”.

Ao término das assinaturas e parcerias firmadas, o Consultor Jurídico do Comando da Aeronáutica (COMAER), Dr. Romilson Volotão, falou da importância de firmar essas parcerias. “Destaco o pioneirismo desse tipo de capitalização de recurso privado e a coragem em criar um modelo inédito no país”, concluiu.

Publicado em: 11/08/2017

Fonte:  DCTA/ CECOMSAER

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